E A OPOSIÇÃO VIROU BAGUNÇA

Este deve ser o último post analítico deste blog sobre as eleições do IFS. O Conselho Editorial do VOTONOIFS, reunido neste final de semana percebeu que a coisa está muito ruim. Tem palavras muito fortes sendo utilizadas, tem descontentamento pelos corredores e diversos setores do Instituto, além da verdadeira bagunça que virou a tentativa de união das oposições. As cenas são fortes. Selecionamos algumas que não atinjam muito negativamente a moral do leitor. Aliás, este singular está bastante próximo da realidade. Será que temos mais que um leitor? Por favor, talvez seja o caso de você nem prosseguir com esta leitura, para não nos desmentir quanto ao número de leitores, para não se chocar com as revelações que serão feitas e, principalmente, porque nada do que for dito aqui tem lá muita importância.

Só os fortes devem continuar!

Dizíamos, então, que havia quatro pre´candidaturas caracterizadas como de oposição nestas eleições: a primeira, independente, muito aguerrida; a segunda, vinda da atual gestão, mas rebelde e estruturada há mais de dois anos; uma terceira nascida nas lutas contra a atual gestão, desde o início e apoiada por um grupo com ramificação em vários campi e; uma quarta, que surgiu, recentemente, de um grupo que estuda ética no serviço público, representada por um professor que já fez parte da atual gestão na reitoria, mas que ninguém se lembrava mais.

Bem. O certo é que as oposições se reuniram, se reuniram, consultaram suas bases, se reuniram, alguns pre candidatos ofereceram alternativas, se reuniram, consultaram as bases, se reuniram e, finalmente, chegaram a uma conclusão: A situação também está dividida! Esta cena é fortíssima. Pois estavam todos apreensivos e na luta para se apararem as arestas para a união da oposição, sabendo que a oposição dividida não tinha chances contra apenas a candidata da reitoria atual,mas agora viram que não há necessidade desta união já que a situação também se dividiu.

E é bom que se reduzem as possibilidades de traição, porque as coisas foram ficando mais claras. Vocês concordam conosco?

Assim, agora são TRÊS CONTRA DOIS e a oposição pode ir para a disputa com maiores possibilidades. Se fosse um campeonato de futebol, diriam os torcedores: Deus está do nosso lado. Se Ele está conosco, quem será contra nós!? Não dissemos, no início, que as cenas eram fortes? Não reclame agora, nós avisamos!

Diante da decisão do Conselho Editorial de não continuarmos com a publicação, neste blog, de posts com análise destas eleições no IFS, resolvemos, para o leitor (talvez os), não ficar sem nada, passar a publicar uma narrativa de ficção que ainda não sabemos se vai ter um final. Sabemos como começa, mas não sabemos como acaba.

Só para se ter uma ideia, a estória se passa em um país longe do Brasil, mas lindo e tropical. É uma monarquia, mas tem eleição também. Aliás elas estão acontecendo por agora, por coincidência. O sistema é um pouco diferente do daqui lá no reino do Agoravaiquistão. Na verdade, o Agoravaiquistão é um reino governado por um rei (é lógico, né?) que é eleito periodicamente pela população que não precisa produzir nada, só estuda. Vocês vão perguntar, como que um país, ou reino que não produz nada, pode sobreviver? É simples, toda a população é sustentada por uma viúva. É isso mesmo. por uma viúva, os detalhes sobre isso e muito mais você vai saber no decorrer da narrativa.

Este post está ficando muito longo, mas vamos adiantar, pelo menos os principais personagens. Tem uma mulher muito malvada que quer porque quer ser eleita rainha do Agoravaiquistão, o nome dela é Sucessora dos Anzóis Pereira. Tem outros quatro cidadãos que também querem o trono: pela ordem: o Franco, de nascimento, Franco Atirador dos Santos; O Administrador de Sena Barreto; o Periférico da Silva Perigoso e; o João Pureza de Albuquerque. Ainda não sabemos o porquê de nomes tão semelhantes aos nossos aqui no Brasil, mas estamos pesquisando.

Mais não adiantamos neste post. Só nos resta pedir desculpas pela mudança repentina da linha editorial, mas achamos que havia necessidade.

Até o próximo. Se tiver.

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