RASGANDO A FANTASIA

Este GENSOV não é sem rumo não; é sem noção mesmo. A gente aqui falando de reino de ficção e o pau quebrando na nossa cara. A proposta do GENSOV do B é realista, pé no chão. Vamos ver a realidade. Triste realidade.

*A candidata da situação diz que não tem nada a ver com a situação. Nem conhece o reitor. E boa parte da comunidade acredita. Ou faz que acredita. Oh saudade do Agoravaiqistão!

*Campus Lagarto, outrora tão aguerrido, mil processos contra o reitor, mil PAD’s contra a turma, processo no ex-diretor e aí … fechados com o reitor! Coitada da comunidade. Nem opção para diretor geral …

*O candidato a reitor que não é situação nem oposição, que diz que a ética fala mais alto se utiliza de núcleo de pesquisa para se lançar … Opa! O núcleo de pesquisa parece que não tem registro? Parece que não existe? E nós pensando que o Agoravaiqistão era ficção…

*E a pesquisa malandra? Fizeram uma pesquisa de opinião, não passaram pelo Comitê de Ética (o que é isso?), não disseram pra os entrevistados os objetivos. Agora sabemos os objetivos: compor proposta de gestão(eleitoreira, claro). Ética no serviço público. Quá, quá, quá!

* E o outro se aproveitando do sindicato, hein? Fazendo defesa do trabalhador, botando o sindicato na linha, limpando o sindicato de pelegos, representando servidor no Conselho Superior, hein? E tudo isso enfrentando eleições … ah, seu safadinho!

* Por que não fez como os outros? Era só puxar o saco do reitor e cavar uma vaguinha para se habilitar! Ou era só inventar um grupo qualquer de auto ajuda, falar que era ciência e, pronto! Podia ser um candidato palatável. Quanta incompetência!

* Mas não, tem que se eleger coordenador de sindicato, se eleger representante de Conselho, eleição, eleição, eleição! É por isso que dizem que não serve pra reitor. Só pensa em democracia! Reitor é pra impor respeito, distribuir PAD pra servidor, nomear e desnomear de acordo com o que der na telha. Se prestasse atenção no Agoravaiqistão veria que o rei é que tem a majestade. O resto é o resto!

*Como naquela foto da turma da candidata do reitor. Tiraram a foto cheia de beneficiados com FG, CD e bolsa. Tudo bem, mas apareceu, no fundo, alguém fazendo o sinal de negativo. Ou seja, o povo que está fora das benesses não gosta nada da gestão.

*Como resolver esta situação? Ora, se o povo não está satisfeito, corta-se o povo. Foi o que fizeram: cortaram a fotografia. Não dá em nada, mas é engraçado ver o constrangimento.

* E as candidaturas à direção geral do Campus Aracaju? Um candidato que desistiu da turma, outro candidato que, de repente, entrou pra turma, e uma candidata que, apesar de ser diz que não é e que não quer ser. Tá difícil, viu!

*Em São Cristóvão, dá dó dos apoiadores do candidato do reitor. E dá dó do candidato também.

*Será que Glória retribui ao reitor tudo que ele fez o Campus sofrer? O sertanejo é, antes de tudo, um forte, já disse Euclides da Cunha.

* E Itabaiana, continuará com o rei de sempre? Ou teremos surpresa?

No geral, será que teremos que retornar ao Agoravaiqistão para percebermos o quanto a nossa realidade é surreal?

Esperamos, no próximo post, ter mais motivos para se pensar positivo. Neste não deu.

CONHECENDO O INIMIGO, MAS NEM TANTO – CUIDADOS

Enfim, retornamos à nossa narrativa sobre o interessante e curioso reino do Agoravaiqistão. Este reino que, se este blog fosse melhor, mais divulgado e não sofresse tanta injustiça no mundo, seria mais estudado, até mais frequentado, poderia trazer para nós importantes ensinamentos na arte (da traição), na cultura (do ócio), na política (que na verdade, lá, é politicagem). Mas, enquanto não tiver uma reportagem da Globo, continuará sendo um reino praticamente desconhecido do nosso país. Um reino que talvez nem exista, pois tem muita gente que acredita que, se não aparecer na Globo, não existe e o que aparece na Globo, é verdadeiro. Quanta inocência!

Mas vamos nós retornar à velha narrativa de ficção (nunca se esqueçam disto)sobre as eleições para rei lá do Agoravaiqistão. Ficamos de fazer uma apresentação mais analítica do candidato das oposições e é o que vamos fazer hoje, agora.

Mas antes de adentrarmos especificamente neste tema, queremos dar outras notícias preocupantes sobre o processo eleitoral (do Agoravaiqistão, é lógico). Os Tribunais Eleitorais já foram devidamente constituídos e já estabeleceram as regras das eleições. Este conjunto de regras regula todo o processo: inscrições dos candidatos, habilitação dos eleitores, divulgação e propaganda, coleta dos votos, apuração, homologação, enfim, todo o processo de escolha do novo rei. É lógico que dentre estas regras existe a principal, que não está escrita mas que é seguida à risca, e que diz que as vontades do rei são sagradas e não podem ser desobedecidas e nem contestadas(se não fosse assim, ele não seria rei, né? Assim, ele determina o que pode e o que não pode ser divulgado, por exemplo. Se ele, às vésperas da eleição, resolve publicar um livro contendo suas realizações (inclusive com forte presença da sua bruxa candidata) mesmo não sendo ele alfabetizado para tanto, não tem problema, era da vontade dele. e, assim aquela regra que não está escrita no conjunto das regras da eleição, mas é a principal, prevalece.

Outras notícias do reino do Agoravaiqistão que não são muito importantes, mas que damos algum destaque, dizem respeito mais às movimentações das candidaturas para rei e os diversos condados. Dizemos que estas notícias não são muito importantes porque são corriqueiras e esperadas para este período. São basicamente, traições: candidato que trocou seu rei por outra coisa qualquer, candidato que negou sua origem negando conhecer quem trocou suas fraldas; isto, além daqueles casos de conversão de republicanos em monarquistas. Ou seja, Judas fez escola. O que mudou mesmo foi o preço: aqueles trinta dinheiros para a entrega de Jesus, com a inflação que temos hoje, já passaram para 700, dois,três mil, e olha que não estamos falando de personagens tão importantes quanto o Cristo. Mas tem também, justiça seja feita, aqueles que traem por nada, ou quase nada, um cargozinho no palácio ou numa sede de condado, alguma proteção a parente, ou mesmo, por vício. No Agoravaiqistão tem gente que trai porque está na sua índole, no DNA, são os que chamamos aqui no Brasil de (linguagem chula) “baba ovo”.

Estas são as notícias mais recentes do reino do Agoravaiqistão. Como podemos ver, estas notícias não são nada interessantes, e por dois motivos; primeiro porque aqui no Brasil não existe esta coisa nojenta da traição, e em segundo lugar, porque lá no Agoravaiqistão isto é muito corriqueiro, nem entra na conta, é coisica de nada mesmo, coisa muito desprezível. É como a gente diz aqui no Brasil: coisa de gente safada.

Deixemos, então esta safadeza dos agoravaiqistaneses e continuemos com o que interessa um pouquinho mais. Ficamos de fazer uma análise mais detida e profunda, além de bem fundamentada (pois não é possível que, em pleno Século XXI, permaneçamos com comportamentos meramente empíricos, baseados apenas no senso comum e sem levar em conta os valores éticos da ciência) do candidato das oposições nas eleições para rei no reino do Agoravaiqistão.

E é o que vamos fazer  com todo o cuidado, rigor científico e peito aberto, no próximo post.

E não se esqueça de que esta narrativa é de ficção, isto é, não tem nada a ver com a realidade, é “isenta de verdade”, parafraseando o Jornal Sensacionalista. Até lá

AGORA VAI – AS OPOSIÇÕES SE UNIRAM

Ficamos de fazer uma análise dos candidatos da oposição nas eleições para rei no Agoravaiqistão, este interessante reino da ficção que tanto satisfaz nossa curiosidade, devido a seus costumes exóticos, principalmente na área da política. Na verdade, eles são um exemplo para nós. Às vezes, exemplo a ser seguido, às vezes, exemplo a não ser seguido. De qualquer maneira, são costumes bastante interessantes.

Pensando bem, não sabemos se são tão interessantes assim. demos um golpe no sindicato para tomar este blog, mas nós mesmos não sabemos porque, nem pra quê. Mas não tem importância mesmo! Quase ninguém acessa! Então não deve ser importante. É como se diz: Não dá IBOPE, então não vale muita coisa. Prossigamos, já que somos o GNSOV.

Voltando ao Agoravaiqistão. Aconteceu uma novidade nas eleições de lá. É que as oposições se uniram. É isso mesmo: AS OPOSIÇÕES SE UNIRAM!

É bem verdade que o candidato Franco Atirador, oposição legítima, não aderiu, mas os demais, Administrador e Periférico Perigoso, selaram um acordo para derrotar a situação. A Sucessora está ameaçada. Se não realizar mais alguma mágica, pode ser derrotada na eleição. E isto apavora os monarquistas. Terão que mudar suas estratégias de campanha; terão que voltar à velha tática das ameaças (muito comuns nestes períodos, lá no Agoravaiqistão) terão, talvez, até que subornar os tribunais eleitorais (outra prática muito comum, lá no Agoravaiqistão). Não se sabe o que vai acontecer, mas esperam-se tempos tenebrosos de bruxarias.

A oposição corre outro risco. É que no Agoravaiqistão tem-se o frequente costume de, ao invés de anular diretamente o voto, simplesmente riscando a cédula de votação de maneira a não se caracterizar um dos candidatos, escolhem alguma coisa ou algum ser, ou mesmo alguma pessoa (servo ou cidadão) algo que não tem real chance de ser eleito, para votarem. Anula-se assim o voto. Isto serve para aliviar as consciências, uma vez que o eleitor, não votando nem no candidato da situação nem no candidato da oposição, acredita que não está influindo no resultado e não está “se sujando”. É incrível, mas no Agoravaiqistão existe esta crença.

No Brasil, registram-se fatos deste tipo, mas periodicamente. Lembramos que, na década de setenta, do século passado, em uma eleição, no Rio de Janeiro, a população, sob a opressão do regime militar que censurava, prendia, torturava, expulsava e matava dissidentes (aliás, vale a pena ler mais sobre estes 21 anos de intervenção militar no Brasil neste momento, antes que se saia por aí falando merda e pedindo o retorno ao poder desse pessoal que pode ser bom para matar inimigo, mas não sabe lidar com patrícios em conflito). Bem, retornando à narrativa, lembramos que a população do Rio de Janeiro, àquela época, votou em massa em um macaco do zoológico que estava na mídia devido ao fato de estar muito triste com a perda da companheira, falecida naqueles dias.

Aqui no Brasil, há, então, esporadicamente, voto anulado de maneira criativa, mas voto em situação de maneira indireta, disfarçada, não. São costumes exóticos deste reino que nós, e parece que só nós, achamos interessante.

Então, para não perdermos o fio da narrativa: no Agoravaiqistão a oposição se uniu e, assim o povo têm como opções votar na Sucessora ou no Periférico Perigoso. Ou então anular o voto, de maneira como nós fazemos aqui no Brasil, ou votando em algo que lhes der na telha e que apazigue suas consciências.

Ainda não sabemos como fica o resultado disto, se as consciências ficam realmente em paz ou se fica, no fundo, algum sentimento permanente de culpa. Vamos pesquisar mais para termos esta resposta.

E, olha só, gastamos muito espaço, gastamos o tempo nosso e do leitor, e não fizemos a análise do candidato da oposição nas eleições para rei do Agoravaiqistão. mas prometemos que no próximo post abrimos o jogo.

Até a próxima!

P.S – Não se precipitem achando que estamos sem a coragem de fazer a análise do candidato da oposição. Somos corajosos e destemidos ao ponto de cometermos indelicadezas impensáveis. Podem aguardar. Quem viver, verá!

 

 

E A VIDA CONTINUA…

Conforme o combinado, pretendemos hoje, falar sobre os candidatos de oposição nas eleições para rei, no reino do Agoravaiqistão.

Antes, porém, vale a pena conhecer um pouco mais do território deste curioso reino que tanto nos impressiona. O reino é composto de nove condados, um na capital, onde também se encontra o Palácio de Governo, e os demais condados no interior. Estão acontecendo também, em todos os condados, eleição para conde. Estas eleições para conde são muito variadas. Algumas são interessantes, com muita disputa e, outras não passam de homologação de nomes indicados pelo rei.

Aliás, vale a pena uma digressão. O sistema político do Agoravaiqistão é misto: é monárquico e republicano. Não como a Inglaterra que tem o chefe de estado, que é o monarca e o chefe de governo que é o primeiro ministro; eles têm, então, uma monarquia parlamentarista. Aqui, no Brasil, do Século XX pra cá, já tentaram por duas vezes implantar o sistema parlamentarista: em 1962 para tirarem os poderes de Jango Goulart (até conseguiram por um curto período de tempo, pois em 1962, organizaram um plebiscito e o povo votou pelou presidencialismo)e, novamente, na década de 90, quando, através de outro plebiscito, o povo repeliu o parlamentarismo e também a monarquia. Parece que, agora, está havendo outra tentativa de implantação do parlamentarismo, o que se justifica, uma vez que os partidos de direita não estão conseguindo candidato consistente para as próximas eleições, em outubro, e torna-se, para eles, necessário um outro golpe que impeça as esquerdas de retornarem ao poder. Se não for engano nosso, o ministro do STF, Gilmar Mendes, tem procurado articular isto nos bastidores da política brasileira. É isso mesmo, escancaradamente o judiciário está fazendo política. Mas voltemos às questões do reino do Agoravaiqistão.

Como a gente falava, o sistema político deste interessante reino é um misto de monarquia e república e funciona de maneira sui generis; é o seguinte, enquanto o rei faz acontecer suas vontades pessoais, nomeando gestores e desenvolvendo ações de seus interesses particulares numa legítima postura monarquista, a oposição é profundamente republica: cobra democracia, transparência, prestação de contas e ações políticas de interesse coletivo. Então, enquanto os participantes da gestão são monarquistas, a população de maneira geral é republicana.

Isto acaba provocando situações inusitadas e hilárias, pois imaginemos um servo que exerce determinada função na administração. Assim que é exonerado vira republicano e passa a cobrar aqueles princípios próprios deste sistema mais moderno que, parece, surgiu na França do Século XVIII (não nos esqueçamos, porém da origem grega da república). De maneira inversa, acontece cidadãos, republicanos desde criancinhas que, ao serem alçados a um cargo, por menor que seja, tornam-se, quase que automaticamente, servos, monarquistas até a morte. Na maior cara de pau, como costumamos dizer.

Consultando o tempo e o número de caracteres deste post, somos obrigados a pedir desculpas e adiar nossa narrativa de ficção específica sobre os candidatos da oposição nas eleições para rei do simpático e exótico reino do Agoravaiqistão.

Desculpem-nos e até o próximo.

RETOMANDO O FIO DA MEADA

O Alto Comando do GNSOV analisou os escritos que achou aqui na editoria do blog, cortou algumas partes e resolveu publicar o que achou de interessante. Portanto, quem quiser, pode continuar lendo esta estória do Agoravaiquistão. Achamos tudo isso uma bobagem, mas resolvemos não impedir que esta curiosa cultura agoravaiquistã seja divulgada entre nós.

O Agoravaiquistao é um reino em que não se produz nada. Nada de agropecuária, nada de indústria, nada de construção civil. Nadica de nada, como se diz aqui no Brasil. Então, como sobrevive esta população, esta sociedade que, ao que parece, vive em torno do ensinar e aprender? É que um sujeito muito rico, antigamente, tendo adoecido de uma diarreia constante e crônica, jurou que se se curasse, deixaria uma parte da sua fortuna no banco e, com os rendimentos deste capital, sustentaria toda a população deste pedaço de chão chamado Agoravaiquistão. Escreveu isto num testamento, fez um depósito bilionário no banco e … morreu. Morreu tristemente sentado no vaso sanitário se esvaindo em fezes. Não conseguindo retirar o dinheiro para si, e mesmo porque não precisava, pois continua rica até hoje, a viúva resolveu cumprir com o que estava no testamento, ainda que o marido não se tenha curado.

Desta forma, o povo do Agoravaiquistão não precisa produzir nada. Uma parte da população ensina, outra parte  ajuda a parcela que ensina a ensinar e uma terceira parte, mais numerosa, se conforma em tentar aprender sem receber nada, ou quase nada. A parte que ensina ganha relativamente bem, a parte que ajuda a ensinar ganha não tão bem, mas ganha. E a parte maior não ganha, mas mas recebe alguns incentivos e têm esperança de, mais tarde, se mudar para terras vizinhas e arranjar algum emprego lá. Tudo de que a população precisa, compra-se fora. Os comerciantes do entorno deste reino vivem até satisfeitos por fornecerem de um tudo que esta comunidade está disposta a comprar.

O sistema de governo do Agoravaiquistão é muito interessante, pois um rei é eleito para um reinado de quatro anos, podendo se reeleito, reinar por mais quatro. Não mais que isto. Não transfere o trono por herança, mas geralmente tenta passar para um comparça. Não é o governo que paga a população uma vez que a viúva é que sustenta, mas, às vezes, o rei corta o ponto da galera quando está de mau  humor. Isto dá muita discussão mas, geralmente, a turma fica quietinha e espera os maus humores do rei se acalmarem.

Interrompemos nossa narração para transmitirmos um comunicado do sindicato, aquele em que aplicamos um golpe, ou melhor, resolvemos afastá-lo do blog através de uma intervenção. Reconhecemos que é uma situação esdrúxula: o Grupo que Nem sempre Sabe para Onde Vai dar espaço para pronunciamento do poder deposto. Esta situação talvez possa ser explicada por dois motivos: primeiro deve ser porque este Grupo, realmente não sabe para onde vai e, segundo, porque a informação deve ser boa para o leitor. Ou não.

Enfim. Vamos lá:

O SINASEFE Sergipe torna público que o Blog “VOTONOIFS” não pertence a este sindicato em sua atual gestão, e que as providências para que seja desvinculado do site oficial do sinasefe/se já foram adotadas. A imparcialidade é um dos nossos objetivos (vamos pular esta baboseira) … Ressaltamos que o sinasefe participará (mais baboseiras) e conta com a participação, etc, etc, etc. (Pela importância que aquele sindicato acha que tem, fizeram esta nota em caixa alta, porém nós o colocamos no seu devido lugar. Eta povinho chato!).

Chega. Já demos muita colher de chá. E antes de retomarmos a narrativa de ficção sobre o reino do Agoravaiquistão, em comentário desta nota tão borocochô, lembramos aos leitores a célebre frase do nosso jornalista guru, Fernando Brito: “A política sem polêmica é a arma das elites”.

Retomamos a narrativa sobre este interessante reino do Agoravaiquistão com duas notícias muito interessantes não sei pra quem. A primeira é que acabaram de aprovar uma lei lá que muda a grafia do nome que agora é AGORAVAIQISTÃO. Parece que o povo já está nas ruas comemorando esta importante mudança que simplifica significativamente a vida da população, segundo eles.

A segunda notícia é que o candidato João Pureza acaba de conseguir no Tribunal Revisional da Estória rever aquela informação que demos de que ele não era de oposição e  que ele houvera sido demitido da administração do rei Alvailton. Ele sustenta que, na verdade ele pediu demissão. Agora o TRE deu-lhe ganho de causa. Então que se divulgue: João Pureza nunca foi demitido e está alegre e satisfeito instalado na oposição nas eleições para rei no reino do Agoravaiqistão (já com a nova grafia). Em entrevista dada agora há pouco na televisão, disse: “Isto era intriga da oposição!”

Mas, como este post está ficando muito longo, vamos parar por aqui.

No próximo, prometemos falar mal dos outros candidatos para equilibrar a coisa. Isto, se a censura deixar.

COMUNICADO

O Alto  Comando do Grupo que Nem sempre Sabe para Onde Vai (GNSOV)

Vem a público comunicar que:

1-Este blog encontra-se sob intervenção,

2- Não há prazo para esta intervenção,

3- Ainda não sabemos os motivos que nos levaram a esta intervenção e,

4-Não aceitaremos que nos chamem de golpistas. (KKKKKKKK)

Aracaju, junho de 2018 d.C.

 

 

Anexo I – HISTÓRIA TALVEZ DESNECESSÁRIA

Capítulo I

Depois da II Guerra Mundial, os EUA expulsaram os palestinos de sua terra e instalaram lá os judeus. Esta situação se mantém até hoje. Os palestinos tentaram retomar o seu território em 1967, mas foram derrotados na chamada Guerra dos Sete Dias, pelos israelenses com total apoio dos americanos. Aí os palestinos fundaram um grupo guerrilheiro chamado de Al Fatat, liderado por Yasser Arafat. Com o tempo este grupo terrorista se transformou em partido político e foi substituído pelo grupo mais radical chamado Hamas. A luta continua.

CapítuloII

Nos anos 80 do século passado, os EUA, para combater os russos na invasão do Afganistão, financiaram e armaram Osama Bin Laden. Pouco depois, surge a Al Qaeda, grupo guerrilheiro em defesa dos muçulmanos contra as agressões do ocidente (comandado pelos EUA) ao mundo árabe. A liderança desta guerrilha quem era? exatamente, ele,Bin Laden.

Capítulo III

Os EUA, liderando a aliança ocidental, depois de muitos atentados, mortes e guerras, assassinou Bin Laden em território paquistanês.

Capítulo IV

Fim da Al Qaeda com a morte de Bin Laden? Talvez. Mas aí surgiu o ISIS, mais conhecido como Estado Islâmico. E como tem dado trabalho ao ocidente este tal de ISIS!

 

 

 

 

 

Anexo II -HISTÓRIA TAMBÉM DESNECESSÁRIA

Capítulo Único

Na parceria sindicato e Atento e Forte, nasceu o blog VOTONOIFS. Houve muita reclamação no sentido de que o sindicato estaria favorecendo um candidato. Esse pessoal parece que sofre de Ejaculação Precoce. Só começamos a analisar os candidatos e já reclamaram da nossa parcialidade (teríamos aprendido isso com Sérgio Moro?) então, paramos de falar das eleições do IFS e iniciamos uma narrativa de ficção sobre um reino chamado de Agoravaiquistão. Vamos reforçar: UMA NARRATIVA DE FICÇÃO!

Pois é. Vieram reclamar que estávamos muito agressivos. E estão ameaçando chamar o MBL, a turma do Bolsonaro e o Vem Pra Rua.

Qual será o próximo passo?

 

 

Pronto; acabaram-se os anexos.

 

Nesta confusão, metade do conselho editorial ficou com o sindicato, outra parte caiu fora. Foi uma bagunça: não foram viradas mesas, não foram quebradas cadeiras, ninguém bateu panela.

Diante da situação, para evitar maiores danos à comunidade escolar do IFS, à sociedade sergipana e até brasileira, quiçá mundial, resolvemos intervir. Mas tenham paciência: nada de sério vai acontecer. Podem dormir tranquilos, os deuses do olimpo sergipano são por nós.

Queremos deixar, porém, um aviso aos imperialistas do Campus Aracaju:

TIREM AS SUAS MÃOS SUJAS DO NOSSO AGORAVAIQUISTÃO!

Este aviso é só para os imperialistas do CEFET; sabemos que a maioria da comunidade do Campus Aracaju é gente boa, gente da gente.

Até o próximo post. A narrativa ficcional do Agaravaiquistão fica pra próxima. Provavelmente, sob censura, porque ninguém faz uma intervenção (não é golpe) e deixa as pessoas saírem por aí falando mal da nova situação.

COMO AS COISAS SE REPETEM! (Cegos que não querem ver)

Estivemos no silêncio nos últimos dias por alguns motivos de força bem forte (sabemos do pleonasmo): falecimentos de colegas, problemas técnicos diversos e greve de caminhoneiros, dentre outros. Até hoje não conseguimos encher o tanque e a ração de batatas ainda está adulterada com adição de inhame e batata doce que são produzidos aqui mesmo.
Mas vamos lá. No último post falávamos da nossa narrativa em relação às eleições no reino do Agoravaiquistão e das semelhanças deste reino com a nossa realidade aqui. E vocês acreditam que as semelhanças não ficam só na língua, mas também nos modos de se fazer política?
Pois é isso mesmo. Como dissemos pra vocês, as eleições lá estão acontecendo agora, só que lá a eleição é para rei, temporário. O mandato de rei lá dura quatro anos e, o rei pode se candidatar a uma reeleição. Atualmente, o rei é Alvailton de Tal e ele, como não pode se candidatar mais, lançou sua candidata a Sucessora dos Anzois Pereira, figura muito ligada à Alquimia e, dizem que pratica a bruxaria, que lá no Agoravaiquistão, é liberada, tem até escolas para formação na área e a profissão é regulamentada.
A Sucessora, para se ter uma idéia, fez uma bruxaria no ano passado e conseguiu fazer com que as verbas de manutenção do reino fossem parar quase que todas em sua área de atuação, área de Turismo, Publicidade, Exibições, Enfeites e afins. Pois é. Desse jeito tem faltado verbas nas outras áreas do reino como área da Educação, da Segurança, da Saúde e dos Investimentos em Geral. A bruxa não é fácil, como vocês podem observar.
A última bruxaria que ela fez tem assustado os súditos deste curioso reino. Imaginem que ela conseguiu transformar um pacato cidadão (embora seja um reino, os habitantes do Agoravaiquistão, se acham cidadãos) transformou o pacato João Pureza, sujeito tão ético e honesto, em um candidato de oposição, ou melhor, um pseudo candidato de oposição. Logo ele que serviu à corte por um tempo, foi tirado do cargo e nunca chiou, nunca emitiu um único resmungo, por menor que fosse, contra o rei Alvailton, ou qualquer política, agente e ação desta gestão. Imagine que até defensores da intervenção militar no Brasil integram a equipe do candidato João Pureza. Não que as pessoas não possam ter suas opiniões esdrúxulas, mas por que no Brasil e não no Agoravaiquistão?
O pior é que a mágica é forte. Parece que o Pureza foi encantado e muita gente boa lá do Agoravaiquistão não consegue ver o seu passado, não consegue ver suas ligações com a bruxa, com o rei e sua utilização para dividir a oposição, ganhar a eleição e facilitar assim a continuação da corte no governo.
Antes de finalizar este post, devemos advertir ao leitor, ou alguns leitores, que não falaremos mais sobre as eleições do IFS. Só continuamos com este nome do blog por falta de verba para instalar um mais apropriado. Falar das eleições do IFS, neste momento, pode ser desnecessário, cansativo e inócuo. Pelo menos é assim que pensa o Conselho Editorial desta biboca que insistimos em chamar de Blog VOTONOIFS.
Até o próximo!

E A OPOSIÇÃO VIROU BAGUNÇA

Este deve ser o último post analítico deste blog sobre as eleições do IFS. O Conselho Editorial do VOTONOIFS, reunido neste final de semana percebeu que a coisa está muito ruim. Tem palavras muito fortes sendo utilizadas, tem descontentamento pelos corredores e diversos setores do Instituto, além da verdadeira bagunça que virou a tentativa de união das oposições. As cenas são fortes. Selecionamos algumas que não atinjam muito negativamente a moral do leitor. Aliás, este singular está bastante próximo da realidade. Será que temos mais que um leitor? Por favor, talvez seja o caso de você nem prosseguir com esta leitura, para não nos desmentir quanto ao número de leitores, para não se chocar com as revelações que serão feitas e, principalmente, porque nada do que for dito aqui tem lá muita importância.

Só os fortes devem continuar!

Dizíamos, então, que havia quatro pre´candidaturas caracterizadas como de oposição nestas eleições: a primeira, independente, muito aguerrida; a segunda, vinda da atual gestão, mas rebelde e estruturada há mais de dois anos; uma terceira nascida nas lutas contra a atual gestão, desde o início e apoiada por um grupo com ramificação em vários campi e; uma quarta, que surgiu, recentemente, de um grupo que estuda ética no serviço público, representada por um professor que já fez parte da atual gestão na reitoria, mas que ninguém se lembrava mais.

Bem. O certo é que as oposições se reuniram, se reuniram, consultaram suas bases, se reuniram, alguns pre candidatos ofereceram alternativas, se reuniram, consultaram as bases, se reuniram e, finalmente, chegaram a uma conclusão: A situação também está dividida! Esta cena é fortíssima. Pois estavam todos apreensivos e na luta para se apararem as arestas para a união da oposição, sabendo que a oposição dividida não tinha chances contra apenas a candidata da reitoria atual,mas agora viram que não há necessidade desta união já que a situação também se dividiu.

E é bom que se reduzem as possibilidades de traição, porque as coisas foram ficando mais claras. Vocês concordam conosco?

Assim, agora são TRÊS CONTRA DOIS e a oposição pode ir para a disputa com maiores possibilidades. Se fosse um campeonato de futebol, diriam os torcedores: Deus está do nosso lado. Se Ele está conosco, quem será contra nós!? Não dissemos, no início, que as cenas eram fortes? Não reclame agora, nós avisamos!

Diante da decisão do Conselho Editorial de não continuarmos com a publicação, neste blog, de posts com análise destas eleições no IFS, resolvemos, para o leitor (talvez os), não ficar sem nada, passar a publicar uma narrativa de ficção que ainda não sabemos se vai ter um final. Sabemos como começa, mas não sabemos como acaba.

Só para se ter uma ideia, a estória se passa em um país longe do Brasil, mas lindo e tropical. É uma monarquia, mas tem eleição também. Aliás elas estão acontecendo por agora, por coincidência. O sistema é um pouco diferente do daqui lá no reino do Agoravaiquistão. Na verdade, o Agoravaiquistão é um reino governado por um rei (é lógico, né?) que é eleito periodicamente pela população que não precisa produzir nada, só estuda. Vocês vão perguntar, como que um país, ou reino que não produz nada, pode sobreviver? É simples, toda a população é sustentada por uma viúva. É isso mesmo. por uma viúva, os detalhes sobre isso e muito mais você vai saber no decorrer da narrativa.

Este post está ficando muito longo, mas vamos adiantar, pelo menos os principais personagens. Tem uma mulher muito malvada que quer porque quer ser eleita rainha do Agoravaiquistão, o nome dela é Sucessora dos Anzóis Pereira. Tem outros quatro cidadãos que também querem o trono: pela ordem: o Franco, de nascimento, Franco Atirador dos Santos; O Administrador de Sena Barreto; o Periférico da Silva Perigoso e; o João Pureza de Albuquerque. Ainda não sabemos o porquê de nomes tão semelhantes aos nossos aqui no Brasil, mas estamos pesquisando.

Mais não adiantamos neste post. Só nos resta pedir desculpas pela mudança repentina da linha editorial, mas achamos que havia necessidade.

Até o próximo. Se tiver.

A OPOSIÇÃO-II – o retorno

Oh, Deus. Como somos descuidados! Já quase não temos leitores e ainda ficamos esticando prazos e adiando narrativas. Desse jeito não vamos conseguir melhorar nossa performance com os três ou quatro leitores. Tenham paciência, gente.

Mas temos uma terceira pré-candidatura. Esta parece que tem um pouco mais de representatividade. Além de vir de um campus diferente, tem apoio de um grupo nascido nas lutas de greves passadas e que fez uma retomada do sindicato como instância de luta pelas causas dos servidores. É, de fato, de uma oposição aguerrida, porém com características à esquerda, inclusive com ligações partidárias, é visto com uma certa reserva por parte da comunidade que é bastante conservadora. Existe ainda um forte preconceito no campus Aracaju (que nossos colegas não nos leiam) contra qualquer candidatura que não seja do maior campus do IFS. Pelo menos é o que acha um certo professor aposentado que já trabalhou em Aracaju e São Cristóvão. De qualquer forma, uma pré-candidatura que acha que representa a luta dos trabalhadores e busca uma diferenciação entre reitoria e direção geral do Instituto, não pode se esquecer que a vitória, na nossa atual conjuntura, pode não ser completa. Mas, se necessário terá que abrir mão. Senão nada terá valido, pois com a oposição dividida, a derrota é certa.

E chegamos a uma quarta pré-candidatura à reitoria do IFS. É uma proposta de nome recente. Tem muita simpatia no Campus Aracaju. Parece que nasceu de um grupo de pesquisa sobre ética. Deve ter registro no CNPQ e na PROPEX/IFS. Promoveu, pelo menos, um seminário sobre seu objeto de estudo no ano passado e, parece que continua seus estudos através de aplicação de questionário que não sabemos se é mesmo pra pesquisa ou pra fazer campanha. temos algumas desconfianças, mas tomara que não estejam entre nossos escassos leitores. Que nos perdoem, mas é como se uma hipotética Igreja Universal dos Anjos da Pureza resolvesse lançar um candidato a presidente da república. Uma igreja transformando-se em um partido político para conquistar o poder no país da Bruzundanga. Ave, Lima Barreto! Desculpem-nos o deslize, digamos, literário. Nossa sorte é que quase ninguém nos lê. Porém, há algum respaldo e acreditam estar vivendo uma oportunidade de renovação do Instituto. , se necessário terá que abrir mão. Senão nada terá valido, pois com a oposição dividida, a derrota é certa.

Bom, este é o cenário que conseguimos vislumbrar no momento. Agora, pelo amor de Deus, se vocês leram todas estas bobagens, não comentem, não estiquem estas asneiras que estão ditas aqui. Se, por acaso, isto incomodar alguém do stabillishment, se estabelecer alguma possibilidade de interpretação distorcida da realidade, não temos a menor vergonha de retirar tudo que aqui está escrito de maneira a deixar, rigorosamente, o dito pelo não dito.

MAS UMA COISA É CERTA: SE A OPOSIÇAO NAO FOR UNIDA, SERÁ POR ATO DE TRAIÇÃO!

QUEM SE RECUSAR , APESAR DOS ESFORÇOS. APESAR DAS VAIDADES. APESAR DOS PRECONCEITOS, VAI QUEIMAR NO FOGO DO INFERNO. SERÁ APONTADO COMO OPORTUNISTA.

                                                   A TRAIÇÃO É IMPERDOÁVEL!

E acabou ficando um post longo, né? Apresentamos nossas desculpas.

A OPOSIÇÃO

Conforme vimos até aqui. Nós vimos, você não. Mas, se você viu, disfarça!

Sim. Existe um lado que não nos interessa. Anteriormente já abordamos. ECA!

A oposição tem seus problemas, emas, emas, emas. Mas é nossa esperança. E já sabemos que tem que estar unida, fechada. Como? Como articular até o extremo de se ter que abrir mão? Oh, que dolor. Que dolor! Cada um tem seus sonhos, suas vontades, suas potencialidades. Mas um só deverá chegar à grande final do campeonato. Desculpem-nos se usamos esta imagem tão pequena para assunto tão sério. É lógico que, se tivéssemos mais leitores, não poderíamos cometer essa banalidade, mas como quase ninguém nos lê, então não tem problema. Mas, voltando ao assunto, apenas um deverá nos representar no certame. E ele, que não é tão perfeito, deverá desafiar e enfrentar a “besta-fera”. Que drama!

A primeira pré-candidatura é independente. Foi oposição aguerrida durante toda esta gestão desastrosa de que já falamos no post anterior. Foi uma oposição quase sempre solitária, nas instâncias internas, externas e até nos tribunais. Merece todo o nosso respeito. Deu a cara pra bater, deu golpes no fígado, no queixo e outras partes sensíveis, foi incansável. Como abrir mão, justo agora na hora de talvez receber os louros da vitória? Mas, se necessário terá que abrir mão. Senão nada terá valido, pois com a oposição dividida, a derrota é certa.

A segunda pré-candidatura nasceu, provavelmente, dentro da repugnante gestão, mas consumado o rompimento, se dedicou a articulações e estudos para se construir e fazer-se possível. Talvez não tenha alcançado a representatividade desejada, talvez não tenha conseguido mostrar um necessário jogo de cintura para conquistar a confiança de tantos quantos fossem necessários para travar a batalha final, mas são pelo menos dois anos de elaboração de um projeto, dois anos de exercício de ouvir , de argumentar, de buscar alianças e de preparar-se afinal. Como abrir mão? Como esquecer o sonho, a raiva, a gana, os esforços todos para a construção de um plano? Mas, se necessário terá que abrir mão. Senão nada terá valido, pois com a oposição dividida, a derrota é certa.

Há ainda uma terceira pré-candidatura e uma quarta, mas este post está ficando longo demais. Se textos mais curtos não são bem lidos, imaginem os longos. Quem aguenta?

Não. Vamos deixar para o próximo post.