Universidade Tecnológica ou Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia?

Por: Moisés Domingos Sobrinho

A rede federal de educação profissional e tecnológica mergulhou num debate bastante acalorado, depois que o ministro Fernando Haddad editou o decreto No 6.095, de 24/04/07, que propõe a criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Considerando que a criação dessas novas entidades tem implicações sociais, culturais, políticas, pedagógica e outras, vamos aqui apresentar algumas considerações iniciais sobre essa temática, posto que pretendemos desenvolver nossas idéias, de modo mais aprofundado, em texto futuro.

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EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA E SUAS DIFERENTES CONCEPÇÕES UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

Diene Eire de Mello*
Hélio Gomes de Carvalho*
Laíze Márcia Silvério*

1.Introdução

Dentro de uma Instituição de Educação Tecnológica faz-se necessário o estímulo das
discussões que permitam uma maior compreensão dos aspectos relacionados à Tecnologia, Técnica, Ensino Técnico e Educação Tecnológica. Portanto, é de suma importância o entendimento desses conceitos e de suas interrelações. Entretanto, percebeu-se, através de conversas informais com alunos, professores e funcionários da instituição, alguma confusão conceitual e também, posturas profissionais diversas daquelas inicialmente consideradas pelo grupo como tecnológicas.
Este artigo resulta de um trabalho de pesquisa desenvolvido por alunos do Mestrado em
Tecnologia do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR), como
contribuição à Disciplina: Filosofia e História da Educação Tecnológica, sob a coordenação do Prof. João Augusto de Souza Leão A. Bastos, originando-se das preocupações citadas.
Diante do exposto resolveu-se conduzir uma investigação sobre o assunto para melhor
sistematização das opiniões dos diversos agentes envolvidos com Educação Tecnológica, com o objetivo de conhecer a concepção que tais profissionais tem desta modalidade de ensino.

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A ECONOMIA SOLIDÁRIA, COMO O NOVO BOLSA FAMILIA

GGN – O Jornal de todos Brasis Atualizado em 21/06/2016

Por: Luis Nassif

Semana passada participei de um seminário da Unicamp sobre o novo marco legal da inovação. Um debate rico, em que dividi a mesa com Epitáfio Macário, da Universidade Estadual do Ceará e Renato Dagnino, da Unicamp.

Dagnino defendeu uma tese instigante: a de que o país deveria abandonar os cânones tradicionais, de investir em inovação para conferir competitividade à indústria brasileira. Em vez disso, direcionar os investimentos para a economia solidária, a forma mais antiga e mais moderna de organização econômica. Hoje em dia, diz ele, 70% das pesquisas mundiais são geradas nas empresas, 70% das quais transnacionais.

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